Estamos em buscando parceiros alinhados com nossa filosofia de trabalho

Estamos em buscando parceiros alinhados com nossa filosofia de trabalho

Estamos em busca de Parceiros alinhados com a nossa proposta de trabalho – Saúde Integral

 

Estamos alugando uma de nossas salas para terapeutas e médicos  alinhados com a nossa proposta de trabalho, com o objetivo de oferecermos aos nossos clientes mais uma opção de tratamento em direção ao equilíbrio. Nossa clínica conta hoje com ótima infraestrutura ,em um local de fácil acesso e estacionamento. Venha nos conhecer, traga a sua proposta que teremos imenso prazer em analisar.

Endereço: Avenida Brasil, 792. Parque Hotel, Araruama – RJ

Telefones: (22) 2665-2633 | (22) 98804-5333

E-mail: floramater@hotmail.com

 

Indignação: Vídeo de Crianças Dançando Funk em Escola de Forma Obscena

Indignação: Vídeo de Crianças Dançando Funk em Escola de Forma Obscena

Vídeo de Crianças Dançando Funk de Forma Obscena – indignação!!

Uma voz que nos representa

Indignada pelo vídeo que circula pela internet com crianças dançando Funk em escola de forma obscena, Raquel Machado Kremer escreveu para a Ouvidoria do Senado Federal sobre o incentivo que a mídia dá à adultização das nossas crianças. Segundo ela, este é um clamor para “a educação no primeiro grau para que nossas crianças se tornem brasileiros éticos, saudáveis, prósperos e felizes.”

Veja, abaixo, a resposta do Senado Federal

Comunicamos o recebimento de sua mensagem no Serviço de Relacionamento Público Alô Senado, unidade integrante da estrutura da Ouvidoria do Senado Federal.
Informamos que tramita, no Senado Federal, uma proposta com teor semelhante ao citado em sua manifestação. Trata-se da Sugestão (SUG) 17/2017, que prevê a criminalização do funk como crime de saúde pública a criança, aos adolescentes e a família. Tal matéria encontra-se na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), aguardando realização de audiência pública.
Quanto à dúvida de como proceder para denunciar possíveis casos de pedofilia, acesse: http://www.brasil.gov.br/cidadania-e-justica/2011/07/denuncia-de-abuso-infantil-pode-ser-feita-ao-Disque-100, ou disque 100, para obter mais informações.
Por oportuno, informamos que o Projeto de Lei do Senado (PLS) 100/2010, que altera a lei 8.069/1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), para prever a infiltração de agentes da polícia na Internet com o fim de investigar crimes contra a liberdade sexual de criança ou adolescente, foi aprovado pelo plenário do Senado no dia 12 de maio de 2011 e remetido à Câmara dos Deputados, conforme o Ofício SF nº 670, de 20 de maio de 2011. Essa matéria também foi aprovada naquela casa e transformada na lei  n° 13.441/2017: http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=503024.
Para pesquisar sobre matérias legislativas que tramitam ou tramitaram no Senado, clique, na parte superior da página inicial do Portal do Senado na internet (www12.senado.leg.br/hpsenado), em Atividade Legislativa. No menu que se abre, abaixo de Projetos e Matérias, clique em Pesquisa de Matérias. Em Pesquisa Rápida, preencha o campo com os dados de seu conhecimento. Clique, então, no botão de busca (à direita). Serão disponibilizadas todas as matérias compatíveis com os dados fornecidos. Ao selecionar uma matéria, o usuário terá acesso a informações como textos e tramitação.
Além disso, para receber, em seu endereço eletrônico (e-mail), informações sobre a tramitação de um projeto, clique, na página que trata dessa proposta específica, em Acompanhar esta matéria (à direita) e preencha o cadastro com os dados necessários.
A Ouvidoria do Senado permanece à disposição para todas as consultas e informações relativas ao Senado Federal, por meio dos formulários eletrônicos www12.senado.leg.br/institucional/ouvidoria/ e www12.senado.leg.br/institucional/falecomosenado na página e, nos dias úteis, das 8h às 19h, pelo telefone 0800 61 2211.
Atenciosamente,
Assessoria Técnica da Ouvidoria do Senado Federal

Campanha: Criança não Namora

 

criança não namora
A sociedade de psicólogos está com a campanha: Criança não namora.
A Criança se relaciona com os amiguinhos e eles são simplesmente amigos.
Amizade é o nome.
Insistir em namoro na infância é adultizar as crianças, incentivar a erotização precoce.
A indústria de brinquedos, roupas e cosméticos já investe tanto na adultização infantil!
Não vamos fazer o mesmo.
Não é engraçadinho incentivar beijinhos de namoro ou declarações de amor entre as crianças.
É nosso papel separar o mundo adulto do mundo infantil.
Misturar os dois mundos é cair no erro da erotização precoce.
A infância precisa de proteção e não de adultos que afastam a criança daquilo que é próprio pra idade dela.
Ajudem-nos a conscientizar os pais e responsáveis!
#CriançaNãoNamora é uma campanha da Sociedade de Psicólogos e Conselhos Tutelares, com o objetivo de conscientizar pais e responsáveis sobre relacionamentos infantis. O nome da relação entre crianças se chama: Amizade.
Incentivar o namoro na infância é adultilizar as crianças e incentivar a erotização precoce.
Criança tem que ser criança. Infância precisa de proteção!
Dia Nacional de Mobilização em Defesa da Política Brasileira de Aids

Dia Nacional de Mobilização em Defesa da Política Brasileira de Aids

Contra o desmonte do SUS, em favor da saúde pública com qualidade

Na semana em que é lembrado os 20 anos da morte de Herbert de Souza, o Betinho (19351997), ativistas de todo o Brasil estarão nas ruas denunciando o descaso com que gestores dos três níveis (União, Estados e Municípios) têm tratado a epidemia de aids. A criação de uma falsa ideia de controle levou a um recrudescimento no número de mortes por aids no Brasil, hoje são duas a cada hora. Além de manifestações de rua, estão previstas ações nas redes sociais e atividades nas sedes das ONGs.

Assistimos ao crescimento da aids, principalmente entre jovens e nas populações vulneráveis, com o aumento de mortes e de casos, na contramão dos dados globais. Reconhecemos as conquistas obtidas nas últimas três décadas, fruto da mobilização social e da pressão política, mas não podemos fugir à atual realidade, em que estas mesmas conquistas estão, a cada dia, ameaçadas em função do retrocesso e da falta de comprometimento que se abate sobre as políticas de saúde em geral e do enfrentamento à epidemia de aids em específico.

As organizações comunitárias que trabalham com o tema sentem de perto esta realidade, recebendo cotidianamente em suas sedes pessoas que escapam muito do perfil mostrado na reportagem. São jovens, negros, pobres, muitos com coinfecções e outras doenças oportunistas e que aguardam nas filas dos serviços públicos pela oportunidade de tratamento, às vezes sem recursos mínimos para se deslocar até a unidade de saúde. Soma-se a isto a falta de financiamento de todas estas ações e a ameaça de final da destinação específica para aids, jogando os recursos num caixa único, sem definição de prioridades e ao gosto do gestor.

Em todo o Brasil a população vivendo com HIV passou de 700 mil para 830 mil entre 2010 e 2015, com 15 mil mortes de aids por ano, quase duas mortes por hora. Por outro lado, os recentes episódios em todo o país de falta dos medicamentos antirretrovirais, cujo acesso universal é garantido por lei e sinônimo dos bons resultados alcançados pela resposta à AIDS no Brasil, exigem uma reação da sociedade.

Preocupados com este quadro, ativistas ligados às ONG e a redes de pessoas vivendo com HIV/aids se mobilizam em todos os estados dia 09 de agosto para chamar a atenção da sociedade brasileira para o problema. É preciso combater o preconceito e a aidsfobia que ganha cada vez mais vulto no Brasil; caso contrário, teremos um quadro extremamente negativo da atual realidade de quem vive com HIV e aids em nosso país.

O momento é de luta e mobilização e não de ufanismos. Não vivemos em nenhum “País das Maravilhas”; há muito o Brasil não se configura exemplo de combate à epidemia e muito ainda precisa ser feito para garantir um mínimo de qualidade de vida e de respeito à legislação que assegura o acesso à saúde como “um direito de todos e um dever do Estado”.

Dia Nacional de Mobilização em Defesa da Política Brasileira de Aids
Articulação Nacional de AIDS – ANAIDS 

Texto elaborado a partir do Manifesto preparado pelo Forum de ONGs AIDS de São Paulo (FOAESP) e Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/AIDS (RNP+)

SECRETARIA DA ANAIDS

 

 

Por que adoecemos tanto? | Por Dr. Marcelo Vaz

Por que adoecemos tanto? | Por Dr. Marcelo Vaz

Por que adoecemos tanto?

É muito provável que você tenha entre seus familiares alguém com  alguma doença cardiovascular (infarto, angina, hipertensão arterial, acidente vascular cerebral), diabetes, câncer ou obesidade (talvez você mesmo tenha um desses diagnósticos). Essas doenças são denominadas doenças crônicas não-comunicáveis. Estima-se que 80% dos indivíduos com mais de 65 anos tenham pelo menos uma dessas doenças e que 50% tenham pelo menos duas. E elas podem ter mais fatores em comum do que se imaginava.

Teorias mais recentes associam a alta incidência dessas doenças à uma inadaptabilidade de nossos genoma(conjunto de genes) ao ambiente em que vivemos. Toda vez que ocorre uma mudança no ambiente, os seres precisam adaptar-se ou ocorre o que os cientistas chamam de “discordância evolucionária”, que se manifesta como doenças, aumento da mortalidade e queda da capacidade reprodutiva.

Nos últimos 10 mil anos, ocorreram profundas mudanças no modo como nos alimentamos, contrariando mais de 5 milhões de anos de adaptação de nosso genoma à nossa condição de caçadores-coletores. Costumamos associar certos nutrientes com as doenças (por exemplo : gordura saturada causando doença coronariana, sal causando hipertensão arterial).O que estudos mais recentes tem mostrado é que as chamadas doenças crônicas não-comunicáveis são causadas por multifatores dietéticos (além da susceptibilidade genética e outros fatores ambientais), sendo que a inadaptabilidade de nosso genoma ao ambiente atual tem papel fundamental nesse processo.

Alguns dados importantes

  • Cerca de 70% da ingesta calórica da dieta ocidental atual são compostos por: derivados do leite, cereais, açúcares refinados e óleos vegetais refinados, nutrientes inexistentes na dieta de nossos antepassados
  • Mais de 85% do cereal consumido na dieta ocidental são grãos altamente processados e refinados.
  • Entre 1909 e 1999 o consumo de margarina aumentou 410 % (a hidrogenação, processo desenvolvido em 1897, utilizado na solidificação de óleos vegetais produz gordura trans, principalmente o ácido trans-elaídico, absolutamente inexistente na alimentação convencional dos humanos).
  • 73%, 61% e 53% dos indivíduos não consomem as necessidades diárias de zinco, magnésio e vitamina B6, respectivamente.
  • A relação omega6/ômega 3, que era em torno de 4:1 hoje é de cerca de 20:1.
  • 75% da ingesta de sal diária provem do sal adicionado aos alimentos processados e apenas 15% do sal adicionado ao alimento pronto, ou seja, mesmo quando usamos pouco sal à mesa, nossa ingesta diária é alta.

A solução para muitos dos nossos problemas de saúde passa, portanto, por uma mudança no modo como nos alimentamos. Embora a princípio, pareça difícil modificar esses hábitos, podemos começar com pequenas mudanças, como por exemplo incluir mais frutas e vegetais no nosso cardápio, reduzir a ingesta de açúcar (refrigerantes, néctar de frutas), comer mais peixe e menos frituras e carboidratos simples. Essa atitude preventiva (e mais barata) certamente trará resultados positivos a longo prazo, principalmente para nossas crianças e adolescentes.

Marcelo Vaz
CRM 5250143-3

 

Curso Florais de Minas, por Drª Helena Amaral

Curso Florais de Minas, por Drª Helena Amaral

Florais de Minas – Equilíbrio do Comportamento e do Organismo: Fi-Florais e Fi-Essências.

No dia 22 de Julho de 2017, acontecerá o Curso Florais de Minas – Equilíbrio do Comportamento e do Organismo: Fi-Florais e Fi-Essências, na clínica Flora Mater, em Araruama, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. As aulas serão das 09 às 18h no sábado, e serão ministradas pela Drª Helena Amaral, psicóloga, especialista em Terapia Floral UERJ – 1999 e professora credenciada pelos FLORAIS DE MINAS. O investimento é de R$ 180,00 à vista ou de R$ 190,00 parcelado (1ª parcela no ato da inscrição, no valor de R$ 95,00 e a 2ª parcela R$ 95,00 até o dia 20 de julho de 2017). As inscrições só poderão ser feitas antecipadamente.

Na Ementa, constam: associação sinérgica de essências florais e cocções florais dos Fi-Produtos (Fi-Florais e Fi-Essências); diferenciação entre Fi-Florais e Fi-Essências; repertorização dos Fi-Florais relacionando-os ao equilíbrio do comportamento e dos sistemas orgânicos; repertorização das Fi-Essências relacionando-as ao equilíbrio emocional e à diversas situações cotidianas; modo de uso, posologia, tempo e detalhes do tratamento, contraindicação, interação medicamentosa e efeitos colaterais de Fi-Florais e Fi-Essências; além de relato de casos clínicos e depoimentos. Ao final, serão apresentadas as referências bibliográficas do curso para encerramento.

Para se inscrever, deverá ser efetuado o depósito conforme escolha da forma de pagamento (à vista ou parcelado) avisando em seguida através do email: floramater@hotmail.com. Para esse, deverá ser enviando, além do comprovante de depósito, os dados do aluno, com nome e endereço completos, CPF, Identidade, telefone e e-mail para contato. Além do conhecimento adquirido nas aulas, o aluno também receberá uma pasta com o Guia de Consulta dos Florais de Minas e o certificado de participação reconhecido pela seção pedagógica dos Florais de Minas.

Dados para depósito:
FLORA MATER SAÚDE INTEGRAL
BANCO DO BRASIL: 001
AGÊNCIA: 0893-1
CONTA CORRENTE: 39.489-0

Para mais informações, ligue para:
(22) 2665-2633 ou 98804-5333

curso florais de minas